Programação Finados

O Portal da Saudade convida a todos seus clientes e amigos a participarem das missas no dia do Finado 02/11/2018

  • 8:00 horas –  Padre José Antônio (Paróquia São Paulo Apóstolo)
  • 16:00 horas – Padre Vanderlei (Igreja Santa Cecília)
  • Monitoramento do Trânsito
  • Musical Instrumental

Informamos a todos os nossos clientes e amigos, que no dia de Finados, disponibilizamos transporte gratuito dentro de nossas instalações para facilidade de locomoção de nossos clientes, orientação na localização dos jazigos, Wi-fi, floricultura e lanchonete.

Venha fazer sua visita num ambiente tranqüilo, organizado, sempre pensando em melhor atendê-lo.

Lançamento do novo site do Portal da Saudade

É com muito orgulho e felicidade que anunciamos o Lançamento do novo site do Portal da Saudade Cemitério e Crematório.

Com isso inauguramos uma nova fase na comunicação com nossos clientes, parceiros e colaboradores. Nessa primeira fase do projeto já estarão disponíveis o nosso blog com artigos e notícias, nossa história e parte da nossa estrutura.

Além disso está também disponível a agenda de sepultamento, onde será atualizado diariamente o nome dos sepultados, com a capela onde ocorrerá o velório e o horário de sepultamento.

Como se trata de uma nova fase este canal é aberto nas duas vias, basta deixar seu comentário em qualquer um dos artigos de nosso blog, ou enviar-nos uma mensagem diretamente pelo Fale Conosco.
Seja bem vindo(a)!

Dia de Finados

o que significa e por que é celebrado em 2 de novembro?

Você sabe o que realmente significa o Dia de Finados ou Dia dos Mortos? Descubra como surgiu a data e porque é celebrado em 2 de novembro.

O Dia de Finados, também conhecido como Dia dos Mortos ou simplesmente Finados, se trata de um feriado religioso, dedicado a orações e homenagens aos que já se foram. Aliás, a palavra “finados” significa exatamente isso, algo que finou, findou, acabou ou morreu.

No Brasil, por exemplo, o Dia de Finados faz parte de um costume católico e consiste em visitar as sepulturas dos entes queridos que já morreram e enfeitar seus túmulos com flores. As pessoas também acendem velas por suas almas e rezaram por eles no cemitério.

No México, as pessoas também comemoram o Dia de Finados, mas de uma maneira mais festiva e colorida que a brasileira. As celebrações duram 3 dias e as pessoas zombam da morte enfeitando as ruas e organizando desfiles.

De forma geral, os mexicanos acreditam que as almas dos que já se foram visitam seus parentes nessa data e é costume também ter alteres decorados dentro de casa. Eles os enfeitam com flores, caveiras de papel machê, retratos das pessoas mortas e pequenas oferendas.

Por que em 2 de novembro?

Conforme registros históricos, a tradição foi instituída pela Igreja Católica no século 10 e diz que os vivos devem interceder pelas almas que estão no purgatório esperando a purificação.

Mas, o costume é mais antigo do que se imagina. Desde o século 2, ao que tudo indica, já se tem indícios de cristão que rezavam por seu falecidos, visitando os túmulos dos mártires e pedindo pelos que já morreram.

Aos poucos, então, a Igreja foi aderindo ao costume e no século 5 já era costume dedicar um dia do ano para rezar por todos os mortos, especialmente pelos quais não tinham família e ninguém se lembrava de pedir por suas almas.

Mas, o a escolha do dia 2 de novembro como a data oficial para celebrar o Dia de Finados só foi feita mesmo no século 13. Os responsáveis pela Igreja escolheram o dia por suceder o Dia de Todos os Santos, comemorado em 1º de novembro.

Dia de Finados e outras religiões

Porém, esse tipo de culto aos mortos não é uma exclusividade do catolicismo. Quase todas as religiões, desde a pré-história, contam com um dia específico dedicado à memória dos mortos.

Os celtas, por exemplo, por acreditarem na continuação da vida após a morte; reuniam-se em suas casas no dia 1º de novembro para homenagear e evocar os que já partiram.

Nos países de religião budista, como na Tailândia, os mortos também são homenageados até hoje por meio de procissões, música e desfiles de máscaras. No Japão, por outro lado, é costume fazer uma oferenda de arroz e algas para que as almas dos mortos sejam alimentadas.

No caso do protestantismo, no entanto, a data não é comemorada. Os protestantes não acreditam na existência do purgatório, como a Igreja Católica, e não têm o hábito de orar pelos mortos.

E aí, entendeu agora o que significa mais esse feriado de nosso calendário?

Cemitério parque: quais as diferenças?

No momento em que perdemos algum ente querido, uma de nossas preocupações é preservar a sua memória de maneira afetiva e cuidadosa. Por isso, a escolha de um cemitério é muito importante. Para que não restem dúvidas sobre qual escolher, preparamos este post.

Quais os tipos de cemitérios e suas diferenças? Confira o que temos a dizer abaixo!

Quais os tipos de cemitérios?

Os cemitérios são locais para preservar a história do falecido e homenageá-lo. Um lugar que sempre possuiu prestígio cultural e histórico e que é mais antigo do que pensamos. Os primeiros cemitérios surgiram há pelo menos 10.000 anos a.C. e, da forma como os conhecemos hoje, apareceram apenas no século XVIII.

Em muitos locais, o cemitério integra o roteiro turístico de uma cidade, por demonstrar elementos da história social e artística da região. O cemitério Recoleta, em Buenos Aires, é um dos mais visitados do mundo, devido às obras arquitetônicas, à estatuária e aos epitáfios suntuosos. Um verdadeiro museu a céu aberto!

Mas ele é só um tipo de cemitério. Nos dias atuais, podemos perceber que existem diversos tipos espalhados pelo mundo (Forest cemetery e Rural cemetery por exemplo). Daremos especial atenção àqueles mais comuns no Brasil: cemitério parque, cemitério vertical e cemitério horizontal:

Cemitério Parque

Este tipo de cemitério surgiu na Europa, na década de 1950. No Brasil, foi instalado por volta de 1960, inicialmente em São Paulo e Rio de Janeiro, mas se consolidou nos anos seguintes em outras grandes capitais, como Curitiba e Salvador. Em Volta Redonda, um cemitério parque de grande destaque e tradição é o Portal da Saudade

Sua principal característica é a ampla área verde, que vai além de um mero gramado. Apresenta um conjunto paisagístico harmonioso, contando com bosques, trilhas e outros atrativos naturais.

Além disso, os jazigos são subterrâneos, cobertos por gramado e o túmulo identificado por uma placa apenas (a forma desta placa varia de acordo com as regras de cada cemitério). Não é permitida a construção acima da superfície, para preservar a harmonia da paisagem.

Normalmente, esses locais oferecem serviços de velórios, capelas para celebrações ecumênicas e uma estrutura que acolhe os visitantes de forma afetuosa e cuidadosa. Tudo isso para criar um ambiente sereno, que favorece a reflexão, a introspecção e as homenagens de forma tranquila.

Cemitério Vertical

O cemitério vertical surgiu para solucionar os problemas de falta de espaço para sepultamentos em grandes centros urbanos. Apesar da resistência que sofreu quando foi implementado, uma vez que quebrava certas tradições no momento pós-morte, foram sendo aceitos devido ao seu propósito.

Os corpos são sepultados em um prédio com espécies de gavetas, que se posicionam uma sobre a outra. Não há diferenciação entre elas, ou seja, os túmulos são padronizados, para mostrar que todos somos iguais. A cidade de Santos abriga o maior cemitério vertical do mundo, o Memorial Necrópole Ecumênica.

Cemitério Horizontal

Cemitério muito comum no Brasil, o cemitério horizontal é o cemitério tradicional. Há uma área aberta com jazigos, túmulos e placas de homenagem, os corpos são sepultados subterraneamente e há espaço para velórios e celebrações ecumênicas. Esses cemitérios têm sua história atrelada à Igreja, que sepultava os mortos ao redor de seus templos.

Nesse espaço, é possível notar grandes mausoléus ou capelinhas, conforme o poder financeiro daquele que foi sepultado. Pela ação do tempo, transformam-se em monumentos fúnebres abandonados, que aguçam a imaginação das pessoas em filmes de terror e semelhantes.

Outros tipos de cemitério

Alguns cemitérios são muito comuns fora do Brasil, como o Forest Cemetery e o Rural Cemetery. O cemitério ecológico (Forest Cemetery) é aquele que camufla os túmulos em meio a um bosque, natural ou artificial.

Eles são identificados por lápides modestas, por árvores ou por mausoléus camuflados entre a vegetação. Vemos muito esse tipo em alguns filmes, uma vez que ele não é comum no Brasil.

A característica “ecológico” se dá devido à proibição de exumar corpos embalsamados e à obrigatoriedade de caixões biodegradáveis e enterrados diretamente na terra (sem jazigo) a pequenas profundidades, o que facilita a decomposição natural dos corpos. Os mais famosos no mundo são o Waldfriehof (Munique – Alemanha) e o Skogskyrkogården (Estocolmo – Suécia).

O Rural cemetery é o primeiro estágio de evolução do cemitério moderno e deu origem aos cemitérios parque (Garden cemetery). São caracterizados por campos abertos, com árvores, lagos artificiais e esculturas espalhadas no meio da paisagem.

Quais as diferenças entre os tipos de cemitérios?

A caracterização de cada tipo de cemitério já nos faz perceber as diferenças entre eles. Mas não custa nada evidenciar.

As duas principais diferenças dizem respeito ao sentimento que o local provoca nos visitantes e na responsabilidade ambiental. Enquanto o cemitério parque, o cemitério ecológico e o cemitério vertical se apresentam como formas de não agredir o meio ambiente, pelas práticas adotadas e pela harmonização paisagística, os cemitérios tradicionais deixam a desejar neste ponto.

Uma paisagem harmoniosa é o que desperta bons sentimentos no visitante, residindo neste fato a segunda diferença. Os cemitérios tradicionais costumam ter uma estrutura física um pouco hostil, uma vez que são construídos muitos monumentos e lápides que se deterioram com o passar do tempo. Não à toa, a sensação é de um ambiente pesado e desconfortável.

Quais as vantagens de um cemitério parque?

Conforto, integração com a natureza, privacidade e harmonia. Essas são as principais vantagens de um cemitério parque, que o faz se diferenciar dos cemitérios tradicionais, horizontais e verticais.

Ao contrário do ambiente fúnebre (cemitério horizontal) ou impessoal (cemitério vertical), um bom cemitério parque, como o Bosque da Esperança, destina seus recursos a criar um espaço sereno e agradável para aqueles que o visitam. Por isso, oferecer uma flora com coroas de flores e belos arranjos é essencial, já que representam, de uma maneira geral, o ciclo da vida. Isso favorece a memória e os laços afetivos com aquele ente querido que se foi e que merece todas as homenagens.

Belos gramados, espaços amplos, árvores e demais elementos da natureza são ingredientes que estimulam nossa reflexão e nossos momentos introspectivos. Além disso, o cemitério parque costuma ter uma ótima estrutura de atendimento, como lanchonetes e vias asfaltadas.

As diferenças entre o cemitério tradicional e o cemitério parque são consideráveis. Um espaço que favorece a harmonia e a natureza contribui para que possamos lidar melhor com a perda nesse momento de saudade.

Restou alguma dúvida sobre o assunto? Deixe um comentário abaixo, estamos à disposição para respondê-la!

Como funciona a cremação

Mesmo que os gregos e os romanos já utilizassem a cremação em 1.000 a.C., durante muito tempo a técnica foi um tabu na sociedade, principalmente pela imposição da Igreja Católica que, até 1964, não permitia que seus fiéis fossem cremados.

Mas não só os católicos têm restrições quanto à cremação. Para os judeus, o corpo não pode ser destruído, já que a alma se separaria dele durante a decomposição. Já o espiritismo recomenda esperar pelo menos 72 horas após a morte, tempo que seria necessário para a alma se desvincular. Em entrevista ao programa “Pinga Fogo”, Chico Xavier disse: “Já ouvimos Emmanuel a esse respeito, e ele diz que a cremação é legítima para todos aqueles que a desejem, desde que haja um período de, pelo menos, 72 horas de expectação para a ocorrência em qualquer forno crematório”.

No Brasil, só em meados da década de 70 é que surgiu o primeiro crematório, em São Paulo. Nomeado de Vila Alpina, foi instalado em um parque de 4,7 mil metros quadrados e entrou em operação em 11 de agosto de 1974, com equipamentos modernos, fabricados na Inglaterra. Sua capacidade era de 3 mil cremações por mês, e o processo demorava apenas 50 minutos para ser concluído.

O que é preciso para ser cremado?

Há certos pré-requisitos associados à cremação por ser um processo irreversível, a começar pela certidão de óbito do falecido e a permissão de um médico legista. Além disso, se a pessoa não deixou sua vontade escrita e documentada, é preciso obter um formulário de autorização de cremação preenchido e assinado pelo parente mais próximo. Porém, se a família se opuser, o processo não poderá ser realizado.

Como é impossível determinar a causa da morte depois da cremação, alguns estados também têm um período de espera de 24 a 48 horas após a morte, principalmente em casos de morte violenta.

Há também algumas exigências em relação ao recipiente que será utilizado no processo, que deve ser resistente ao vazamento de fluidos corporais e fornecer proteção aos operadores dos crematórios que precisam lidar com essas caixas.

Caso o falecido tenha um marca-passo cardíaco, recomenda-se tirá-lo antes da cremação, pois o mesmo pode explodir e causar danos no incinerador, além de ferir o pessoal operacional. Além disso, este equipamento contém mercúrio, que é prejudicial quando liberado na atmosfera.

Como funciona a cremação

Depois de tudo acertado, o corpo é colocado em uma câmara de cremação e submetido a um calor extremo e a chamas diretas, a uma temperatura que varia entre 1.400 e 1.800 graus Celsius – em nosso corpo não há nenhuma célula que aguente uma temperatura maior que mil graus.

O processo costuma levar até três horas, dependendo de fatores como o peso do morto, o tipo de caixão ou recipiente em que o corpo é colocado e a temperatura da câmara.

O calor seca o corpo, queimando a pele e o cabelo, contraindo e carbonizando os músculos, vaporizando os tecidos moles e calcificando os ossos, fazendo com que eles se desintegrem. Após esse período, o cadáver é reduzido a restos de esqueletos, com alguns pedaços de ossos restantes.

As partes que não foram queimadas, tais como implantes e pontes, são separadas com a ajuda de um ímã bem forte. Finalmente, os pedaços de ossos que restaram são triturados ou cremados novamente e transformados em um pó fino e uniforme. As cinzas são, então, colocadas em um recipiente temporário ou em uma urna de cremação e entregues à família.

As cinzas podem ser espalhadas, enterradas, jogadas no mar ou mesmo permanecer guardadas.

Modo mais ecológico de morrer

Feita de maneira correta, a cremação é o modo mais ecológico de morrer, já que a queima dos corpos libera apenas água e gás carbônico em pequenas quantidades. Já os resíduos tóxicos acabam retidos em filtros de ar.

Além disso, através do processo, terrenos não são ocupados nem correm risco de contaminação. Segundo o site Planeta Sustentável, “uma pessoa com 70 quilos de massa se transforma em 1 ou 2 quilos de cinzas, enquanto sob a terra a decomposição pode durar até dois anos e deixar cerca de 13 quilos de ossos para a posteridade”.

Quanto custa a cremação no Brasil

De acordo com o crematório Vila Alpina, a cremação no Brasil varia de R$ 290,00 a R$ 17 mil, dependendo do pacote escolhido. Já os valores para a cerimônia de velório e o enterro variam muito de cidade para cidade, podendo divergir de R$ 3,77 mil a R$ 43,6 mil.